quarta-feira, 5 de julho de 2017

Escola da Zona Rural de Macaúbas é invadida e Furtada


 Na madrugada de Domingo para Segunda Feira (02/07 para o dia 03/07/2017) Pessoa não identificada invadiu o Colégio Municipal Joaquim Marques da Comunidade de Veredinha, Meio Rural do Município de Macaúbas - BA e Furtaram dois Notbook e uma TV 24 P Led.
Já Foi registrado Boletim de Ocorrência (BO) na
delegacia de policia da cidade.

Veja abaixo nota oficial da Direção.



Os invasores quebraram um grade, tendo acesso ao interior da escola. Quebraram a porta da diretoria e furtaram os equipamentos.

Vejam as imagens


sábado, 1 de julho de 2017

SENSO COMUM E CONHECIMENTO CIENTÍFICO

SENSO COMUM E CONHECIMENTO CIENTÍFICO


SENSO COMUM

No seu dia-a-dia, o homem adquire espontaneamente um modo de entender e atuar sobre a realidade. Algumas pessoas, por exemplo, não passam por baixo de escadas, porque acreditam que dá azar; se quebrarem um espelho, sete anos de azar. Algumas confeiteiras sabem que o forno não pode ser aberto enquanto o bolo está assando, senão ele "embatuma", sabem também que a determinados pratos, feitos em banho-maria, devem-se acrescentar umas gotas de vinagre ou de limão para que a vasilha de alumínio não fique escura. Como aprenderam estas informações? Elas foram sendo passadas de geração a geração. Elas não só foram assimiladas mas também transformadas, contribuindo assim para a compreensão da realidade. Assim, se o conhecimento é produto de uma prática que se faz social e historicamente, todas as explicações para a vida, para as regras de comportamento social, para o trabalho, para os fenômenos da natureza, etc., passam a fazer parte das explicações para tudo o que observamos e experienciamos. Todos estes elementos são assimilados ou transformados de forma espontânea. Por isso, raramente há questionamentos sobre outras possibilidades de explicações para a realidade.
Acostumamo-nos a uma determinada compreensão de mundo e não mais questionamos; tornamo-nos "conformistas de algum conformismo". São inúmeros os exemplos presentes na vida social, construídos pelo "ouvi dizer", que formam uma visão de mundo fragmentada e assistemática. Mesmo assim, é uma forma usada pelo homem para tentar resolver seus problemas da vida cotidiana. Isso tudo é denominado de senso comum ou conhecimento espontâneo. Portanto, podemos dizer que o senso comum é o conhecimento acumulado pelos homens, de forma empírica, porque se baseia apenas na experiência cotidiana, sem se preocupar com o rigor que a experiência científica exige e sem questionar os problemas colocados justamente pelo cotidiano. Portanto, é também um saber ingênuo uma vez que não possui uma postura crítica. "Em geral, as pessoas percebem que existe uma diferença entre o conhecimento do homem do povo, às vezes até cheio de experiências, mas que não estudou, e o conhecimento daquele que estudou determinado assunto. E a diferença é que o conhecimento do homem do povo foi adquirido espontaneamente, sem muita preocupação com método, com crítica ou com sistematização. Ao passo que o conhecimento daquele que estudou algo foi obtido com esforço, usando-se um método, uma crítica mais pensada e uma organização mais elaborada dos conhecimentos."(LARA, p 56, 1983). Porém, é importante destacar que o senso comum é uma forma válida de conhecimento, pois o homem precisa dele para encaminhar, resolver ou superar suas necessidades do dia-a-dia. Os pais, por exemplo, educam seus filhos mesmo não sendo psicólogos ou pedagogos, e nem sempre os filhos de pedagogos ou psicólogos são melhor educados. O senso comum é ainda subjetivo ao permitir a expressão de sentimentos, opiniões e de valores pessoais quando observamos as coisas à nossa volta. Por exemplo: a) se uma determinada pessoa não nos agrada, mesmo que ela tenha um grande valor profissional, torna-se difícil reconhecer este valor. Neste caso, a antipatia por esta determinada pessoa nos impede de reconhecer a sua capacidade; b) os hindus consideram a vaca um animal sagrado, enquanto nós, ocidentais, concebemos este animal apenas como um fornecedor de carne, leite, etc. Por essa razão os consideramos ignorantes e ridículos, pois tendemos a julgar os povos, que possuem uma cultura diferente da nossa, a partir do nosso entendimento valorativo.
Levando-se em conta a reflexão feita até aqui, podemos considerar o senso comum como sendo uma visão de mundo precária e fragmentada. Mesmo possuindo o seu valor enquanto processo de construção do conhecimento, ele deve ser superado por um conhecimento que o incorpore, que se estenda a uma concepção crítica e coerente4 e que possibilite, até mesmo, o acesso a um saber mais elaborado, como as ciências sociais.

CONHECIMENTO CIENTÍFICO

Os Gregos, na antiguidade, buscavam através do uso da razão, a superação do mito ou do saber comum. O avanço na produção do conhecimento, conseguido por esses pensadores, foi estabelecer vínculo entre ciência e pensamento sistematizado (filosofia, sociologia...), que perdurou até o início da Idade Moderna. A partir daí, as relações dos homens tornaram-se mais complexas bem como toda a forma de produzir a sua sobrevivência. Gradativamente, houve um avanço técnico e científico, como a utilização da pólvora, a invenção da imprensa, a Física de Newton, a Astronomia de Galileu, etc.
Foi no início do século XVII, quando o mundo europeu passava por profundas transformações, que o homem se tornou o centro da natureza (antropocentrismo). Acompanhando o movimento histórico, ele mudou toda a estrutura do pensamento e rompeu com as concepções de Aristóteles, ainda vigentes e defendidas pela Igreja, segundo as quais tudo era hierarquizado e imóvel, desde as instituições e até mesmo o planeta Terra. O homem passou, então, a ver a natureza como objeto de sua ação e de seu conhecimento, podendo nela interferir. Portanto, podia formular hipóteses e experimentá-las para verificar a sua veracidade, superando assim as explicações metafísicas e teológicas que até então predominavam. O mundo imóvel foi substituído por um universo aberto e infinito, ligado a uma unidade de leis. Era o nascimento da ciência enquanto um objeto específico de investigação, com um método próprio para o controle da produção do conhecimento. Portanto, podemos afirmar que o conhecimento científico é uma conquista recente da humanidade, pois tem apenas trezentos anos. Ele transformou-se numa prática constante, procurando afastar crenças supersticiosas e ignorância, através de métodos rigorosos, para produzir um conhecimento sistemático, preciso e objetivo que garanta prever acontecimento e agir de forma mais segura. Sendo assim, o que diferencia o senso comum do conhecimento científico é o rigor.
Enquanto o senso comum é acrítico, fragmentado, preso a preconceitos e a tradições conservadoras, a ciência preocupa-se com as pesquisas sistemáticas que produzam teorias que revelem a verdade sobre a realidade, uma vez que a ciência produz o conhecimento a partir da razão. Desta forma, o cientista, para realizar uma pesquisa e torná-la científica, deve seguir determinados passos. Em primeiro lugar, o pesquisador deve estar motivado a resolver uma determinada situação-problema que, normalmente, é seguida, por algumas hipóteses. Usando sua criatividade, o pesquisador deve observar os fatos, coletar dados e então testar suas hipóteses, que poderão se transformar em leis e, posteriormente, ser incorporadas às teorias que possam explicar e prever os fenômenos. Porém, é fundamental registrar que a ciência não é somente acumulação de verdades prontas e acabadas. Neste caso, estaríamos refletindo sobre cientificismo e não ciência, mas tê-la como um campo sempre aberto às novas concepções e contestações sem perder de vista os dados, o rigor e a coerência e aceitando, que, o que prova que uma teoria é científica é o fato de ela ser falível e aceitar ser refutada.

O CONHECIMENTO CIENTÍFICO PARA AUGUSTE COMTE

Para Comte, o conhecimento científico é, baseado na observação dos fatos e nas relações entre fatos que são estabelecidas pelo raciocínio. Estas relações excluem tentativas de descobrir a origem, ou uma causa subjacente aos fenômenos, e são, na verdade, a descrição das leis que os regem. Comte afirma: "Nossas pesquisas positivas devem essencialmente reduzir-se, em todos os gêneros, à apreciação sistemática daquilo que é, renunciando a descobrir sua primeira origem e seu destino final". O conhecimento científico positivo, que estabelece as leis que regem os fenômenos de forma a refletir o modo como tais leis operam na natureza, tem, para Comte, ainda, duas características: é um conhecimento sempre certo, não se admitindo conjecturas, e é um conhecimento que sempre tem algum grau de precisão. Assim, Comte reforça a noção de que o conhecimento científico é um conhecimento que não admite dúvidas e indeterminações e desvincula-o de todo conhecimento especulativo. "Se, conforme a explicação precedente, as diversas ciências devem necessariamente apresentar uma precisão muito desigual, não resulta daí, de modo algum, sua certeza. Cada uma pode oferecer resultados tão certos como qualquer outra, desde que saiba encerrar suas conclusões no grau de precisão que os fenômenos correspondentes comportam, condição nem sempre fácil de cumprir. Numa ciência qualquer, tudo o que é simplesmente conjectural é apenas mais ou menos provável, não está aí seu domínio essencial; tudo o que é positivo. isto é, fundado em fatos bem constatados, é certo - não há distinção a esse respeito".

 CIÊNCIA E VIDA

O termo ciência vem do latim, scientia, de sciens, conhecimento, sabedoria. É um corpo de doutrina, organizado metodicamente que constitui uma área do saber e é relativo a determinado objeto. O que caracteriza cada ciência é seu objeto formal, ou seja, a coisa observada, porém, o desdobramento dos objetos do saber científico caminhou progressivamente para a especialização das ciências (ato que marcou sobremaneira o século XIX com o advento da técnica e da industrialização). Isto culminaria na perda da visão totalitária do se4r e na sua consequente fragmentação. O saber científico necessita de objetividade, na busca da verdade, e também deve possuir método próprio, responsável pelo cumprimento de um plano para a observação e a verificação de qualquer matéria. Entretanto, esse caráter objetivo da ciência, que corresponde aos dados e variáveis coletados, traz consigo uma gama irrestrita de pensamentos, teorias e paradigmas que nos remete para a reflexão bioantropológica do conhecimento, bem como para a reflexão das teorias nos aspectos culturais, sociais e históricos. Não se pode perder de vista que o cientista que investiga as ciências é um ser humano falível e é preciso que as ciências se questionem acerca de suas estruturas ideológicas. Nesse contexto, a questão "O que é ciência?" ainda não conta com uma resposta científica, considerando que todas as ciências, incluindo as físicas e biológicas, são também sociais. Portanto, têm origem, enraizamento e componente biofísico, o que seu campo de estudo procura renegar, na tentativa de expressar, através de sua especialização, a estrutura do pensamento linear do conhecimento científico. Ou seja, a ciência, com suas teorias e metodologias "salvadoras", não dispõe da habilidade de refletir-se para o autoconhecimento. Dessa forma, não é científico tentar definir as fronteiras da ciência. Não é científico, porque não é seguro, e qualquer pretensão em fazê-lo tornar-se-ia irresponsável.

Fonte: PALESTRA - RENATO RODRIGUES disponível em: http://www.sle.br/

ATIVIDADE

1. Fale sobre a importância do senso comum.
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2. Como os Gregos na Antiguidade buscavam explicações para seus questionamentos?
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3. Explique Antropocentrismo.
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4. Segundo o texto, qual era a visão de Aristóteles?
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5. Descreva o nascimento da Ciência, baseado na leitura do texto.
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6. Cite diferenças básicas entre senso comum e ciência.
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7. Quais são os passos que o cientista deve seguir para tornar uma pesquisa científica?
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8. A ciência é um acumulo de "verdades absolutas"? Explique sua resposta.
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9. Para você, o que é ciência?
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10. Procure no senso comum e na ciência as causas e os tratamentos para as seguintes enfermidades: gripe, gastrite, pedra nos rins e frieira

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PARA BAIXAR ESSA APOSTILA CLIQUE EM 



quarta-feira, 14 de junho de 2017

Anais da XVII Jornada de Iniciação Cientifica (IC) da UNEB

Anais da XVII Jornada de Iniciação Cientifica (IC) da UNEB (2013)

Acesse e baixe os Anais da XVII Jornada de Iniciação Cientifica (IC) da Universidade Estado da Bahia - UNEB.

Para baixar o arquivo CLIQUE  EM


Anais da XVI Jornada de Iniciação Cientifica (IC) da UNEB (2012)

Acesse e baixe os Anais da XVI Jornada de Iniciação Cientifica (IC) da Universidade Estado da Bahia - UNEB.

Para baixar o arquivo CLIQUE  EM


Anais do III SIECS - UNEB

Acesse e baixe os Anais do III SIECS da UNEB- Campus VI- Caetité - BA


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sexta-feira, 2 de junho de 2017

DIÁRIO DA VIDA DE ESTUDANTE

CENTRO TERRITORIAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
BACIA DO PARAMIRIM

CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO
MÓDULO I  A







CLEIDE SILVA DO VALE









                                                    BOQUIRA
                                                         2017

DIÁRIO DA VIDA DE ESTUDANTE


Minha vida de estudante
É marcada de emoções
Uma época da minha vida
Com muitos sonhos e realizações
Carregava no peito anseios,
Esperanças e paixões.

Os primeiros anos escolares
Estudei perto de casa
Não tive dificuldade em aprender
Era muito interessada.
Gostava muito de ler
E isso com certeza ajudava.

Passando para o fundamental 2
Apareceram dificuldades
A escola era longe de casa
E por isso havia a necessidade
De se ter o ônibus escolar
Para chegar até a cidade.

Como a escola era longe
Saía cedo de casa
Com uma hora de antecedência
O ônibus passava
E ao encontrar os colegas
Tudo se animava.

Ainda era muito criança
E também muito inocente
Mas com o passar dos anos
Tudo ia mudando rapidamente
Aprendi coisas básicas e essenciais
As quais carregarei para sempre.

Às vezes era cansativo
Mas tudo era superado
Pois havia um sonho maior
Para ser realizado
Com muita força e persistência
O mesmo foi conquistado.

A passagem para o Ensino Médio
Exigiu mais responsabilidade
A escola seria outra
E, portanto outra realidade.
Deparei-me com novos colegas
Com um pouco mais de maturidade.

Tantas amizades construídas
E vividas todos os dias.
A troca de afetos, segredos,
Experiências e fantasias.
Aventuras de adolescentes
que sonhavam com a vida.

Sempre fui referência nas turmas
Por ser aluna muito aplicada,
Fazia tudo certinho
Não deixava passar nada.
Não me arrependo em nenhum momento
De ter sido tão dedicada

Tive professores muito bons
Que ensinavam com prazer
Queriam o bem dos alunos
E os ajudavam a crescer
Faziam a diferença, na divulgação do saber

Talvez seja por isso
Que me interessei pela área de educação
Pois a postura de um dos docentes
Foi para mim uma motivação
O modo como ele ensinava
É a minha inspiração.

No primeiro ano do Ensino Médio
Um grande trabalho a apresentar
Era a feira de ciências
E para todos tinha que falar.
Tremi com o microfone na mão
O coração estava a palpitar.

A ansiedade no dia de prova,
A angústia para ver a nota,
A vergonha de falar na frente,
São coisas que ficam na memória.
Sentimentos jamais esquecidos
Que fazem parte da trajetória

Já no segundo ano
Um grande feito conquistei,
Na disciplina de Física
Com quarenta pontos fiquei.
Nota máxima nas quatro unidades
Quase não acreditei.

Confesso que no começo
Não gostava de literatura,
Mas no 3º ano
Mudei essa postura
Com o novo professor de português
Descobri a sua doçura.

Sempre fui apaixonada
Pela área de exatas.
Chamava-me a atenção
A física e a matemática.
Adorava trabalhar com cálculos
Não reclamava de nada.

O terceiro e último ano
Chegava o momento das despedidas
Dos professores, colegas e escola,
Os quais marcaram minha vida.
O coração ficava apertado
Era o fim de uma época tão querida.

Ao concluir a educação básica
Logo me ingressei na faculdade.
 Licenciatura em Matemática
Na Unopar Universidade
O ensino é à distância
Mas tem a sua qualidade.

Quase concluindo a licenciatura
Realizei a inscrição
Para o sorteio deste curso
Técnico em Administração.
Graças a Deus fui contemplada,
Mais uma oportunidade de formação.

Sempre gostei de estudar
E isso nunca mudou
Mesmo terminando o ensino médio
Essa paixão em mim ficou
Tanto que se passaram três anos
E estudando ainda estou.

A única coisa na vida
Que ninguém vai tirar da gente
É o conhecimento que adquirimos
O qual fica para sempre
Por isso sempre falo a todos
Que busquem-o incessantemente.

Todos esses acontecimentos
Para mim são importantes
E tudo que já conquistei
Agradeço a todo instante.
E assim me orgulho em dizer:

Serei uma eterna ESTUDANTE !




Texto da Estudante  CLEIDE SILVA DO VALE

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Como Fazer Uma Carta Argumentativa

Saber fazer uma redação bem elaborada é uma necessidade do mundo contemporâneo.

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